ANTAQ avalia grau de satisfação nos transportes fluvial da Amazônia

Usuários apontam para a necessidade de melhorias, principalmente, na Segurança – foto: divulgação

Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ (2015), analisou a satisfação de 14.700 pessoas que usaram o serviço de transporte fluvial de passageiro e misto (mercadorias e passageiros) na navegação interior de percurso longitudinal interestadual e internacional.

Na pesquisa realizada pela ANTAQ (2015), a percepção de satisfação foi obtida, por meio de uma escala quantitativa de péssimo (0) até ótimo (10), sobre os atributos: Atendimento da Empresa, Atualidade da Embarcação, Conforto, Continuidade, Cortesia, Higiene, Modicidade Tarifária, Pontualidade, Regularidade e Segurança.

A satisfação é o ato ou efeito de satisfazer(-se); contentamento, prazer advindo da realização do que se espera, do que se deseja. Segundo a ANATQ (2015), a satisfação apurada dos usuários em relação ao serviço de transporte longitudinal de passageiros, de 6,73, foi considerado mediano, entre regular e bom. O atributo com pior grau de satisfação foi segurança, seguido por Modicidade Tarifária e Pontualidade.

Nesse caso, a segurança relaciona-se à garantia da integridade física e patrimonial dos usuários, tripulantes e dos bens afetos ao serviço de transporte de passageiros: assaltos e furtos dentro da embarcação; segurança na condução da embarcação ao longo da viagem (manobras e velocidade); e orientações dos procedimentos de emergência no caso de acidentes (saídas de emergência e uso de coletes).

Na avaliação geral, observasse que os atributo estão distantes do ideal, ou seja, a percepção de satisfação sobre o serviço está sempre abaixo do valor máximo esperado para prestação de serviço (ANTAQ, 2015).

A percepção de satisfação dos usuários aponta diretamente para necessidade de melhorias na prestação dos serviços principalmente na Segurança, bem como, indiretamente para criação de incentivos financeiros para renovação e modernização da frota para boa parte das empresas de navegação que trabalham na navegação interior da região amazônica, pois o transporte fluvial não tem incentivos.

 

Redação/correiodaamazonia.com/

 

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