Caprichoso compra materiais no Rio de Janeiro para projeto Amazônia

 As negociações são com fornecedores experientes em grandes espetáculos no mundo.
Paralelo ao início dos trabalhos dos artistas no galpão nesta segunda-feira, 23, o Boi Caprichoso compra materiais para acabamento de alegorias, confecção de roupas de itens e de figurinos do conjunto folclórico. O presidente do bumbá, Joilto Azêdo, o figurinista Helerson Maia e o coordenador de almoxarifado, Otávio Oliveira, estão no Rio de Janeiro para fechar negócio com fornecedores.Durante toda a semana, o Caprichoso mantém contato com fornecedores para pesquisa de preços e verificar produtos da área sintética lançados no mercado. Revestimento, acoplados, americanos, tecidos, faisão, tinta vinilica e pedras, etc., estão na lista das compras planejada de acordo com projeto boi de arena 2015 “Amazônia” elaborado pelo Conselho de Artes.

As negociações são com fornecedores experientes em grandes espetáculos no mundo. “Compramos materiais necessários para terminar um boi absolutamente lindo que proporcione um espetáculo de alto nível. Levaremos muitas coisas novas. Item por item, temos segredos no projeto nesse processo de compra de materiais”, enfatiza o figurinista, Helerson Maia.

O vice-presidente do Caprichoso e coordenador do Conselho de Artes, artista Rossy Amoêdo, ressalta que, diferente dos anos anteriores, o bumbá entra mais cedo no galpão, ainda no final do mês de março, para formatar o boi de arena e enviou relação aos fornecedores, antes da viagem da equipe azul ao Rio de Janeiro.

“O presidente conclui as compras, tanto de parte alegórica, quanto de figurino de elenco. É todo aquele material de arte finalização que o boi precisa para as estruturas alegóricas, roupas, figurinos, marujada, tribos e demais segmentos. A intenção é que tenhamos bastante tempo pela frente e conseguimos aproveitar para engrandecermos o espetáculo em um todo”, afirma Amoêdo.

Todos os colaboradores e artistas do Caprichoso estão empenhados na construção de um boi vitorioso para festejar os 50 anos do Festival Folclórico. “Às vezes, com pouco tempo, você deixa passar algumas coisas despercebida. Se criou uma corrente entre conselho, artistas, diretoria, visando um único objetivo: um boi-bumbá forte e vencedor”, complementa.
Comunicação Caprichoso

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