Campanha Caburi

Carbrás não paga professores e crise se agrava na educação

Presidente do Sindicato dos Professores, Joelma Farias (Foto: deAmazonia)

 

Há um mês depois de reunirem com o prefeito Alexandre da Carbrás, os professores de Parintins ainda não viram a cor do dinheiro referente ao reajuste do piso salarial de 13,3% da categoria, autorizado pelo governo federal. Conforme acertos, os professores sentaram com os procuradores da Prefeitura e colocaram à mesa todas as pendências que deveriam receber em seus contra-cheques. Contudo, o mês de fevereiro está terminando, o início do ano letivo 2015 começou na quinta-feira, e o pagamento deles não saiu. Não saiu e ninguém fala mais nada, disse um professor consultado pelo blog deAmazônia.

 

Esta semana, a diretoria do Sindicato dos Professores do Município de Parintins voltou a reunir em sua sede, na rua 31 de março, Centro, a fim de definir providencias que serão adotadas contra a Prefeitura. Uma delas seria procurar o Ministério Público conforme foi deliberado pela categoria em assembléia geral. Nesta assembléia os professores também decidiram que não iniciariam as aulas caso o reajuste não fosse efetivado. Os professores cobram o cumprimento da Lei do Plano de Cargos e Salários do Magistério.

 

Ontem à noite a direção do Sindicato dos Professores convocou uma coletiva com a imprensa para as 16h desta sexta-feira, 27, quando anunciarão as providencias que serão adotadas diante da crise. O ano letivo foi aberto oficial pelo prefeito Alexandre na quinta-feira, na escola Lila Maia, no bairro Itaúna Um. Parintins possui mais de 20 mil alunos matriculados na Rede Municipal de Ensino.

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