Gov-01

CMP se reuniu em mais uma sessão remota

A ocupação desordenada do Residencial Parintins foi um dos temas debatidos.

A 17ª Sessão Remota da 17ª Legislatura, desta  Quinta-feira (18 de Junho), teve vários requerimentos apresentados e ampla discussão para melhor atender a população parintinense.

 

O vereador Gelson Moraes (Republicano) tratou sobre a continuação das obras do Residencial Parintins. São mais de 900 casas que terão que ser entregues aos seus respectivos donos. Gelson apela para o bom senso por parte de algumas pessoas que ocuparam, indevidamente, as casas. Pede que saiam para que os serviços sejam concluídos. Gelson Moraes também enalteceu as entregas de ambulanchas para comunidades da Zona Rural, feita pela Prefeitura Municipal de Parintins, para facilitar o deslocamento de pessoas com problema de saúde e mais uma que ficará na cidade para servir de suporte para os moradores das áreas de Várzeas.

O vice-presidente da Câmara, vereador Tião Teixeira (DEM) sugeriu cooperação técnica entre a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Vigilância em Saúde, Fundação Nacional do Índio (Funai) e Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) para proteção do povo Sateré-Mawé contra a Covid-19, que já chegou a 120 comunidades rurais de Parintins. Argumentou que, em três meses de pandemia, não houve nenhum tipo de ação preventiva, a não ser por parte do Dsei que possui um polo base de saúde indígena na aldeia São Francisco, no Rio Uaicurapá. Defendeu que a união de esforços seria uma maneira eficiente para barrar novos casos de coronavírus nessa população vulnerável.

O presidente da Câmara, vereador Telo Pinto (PSDB), apresentou demandas da comunidade Santa Fé, na região do Zé Açu. Em primeiro Requerimento Verbal, solicitou implantação do projeto “Água no Jirau”, limpeza de poço, instalação de caixa d’água, bem como ampliação da rede de distribuição de água; no seguinte, instalação de luminárias no quadro da comunidade. Em mais um requerimento verbalizado, o parlamentar defendeu melhorias para as ruas de acesso da ocupação do Lady Laura, as quais estão intransitáveis. Para Pascoal Alaggio já requereu levantamento topográfico e, dessa vez, reforçou pedido de melhoramento em infraestrutura nas vias do bairro.

A vereadora Nêga Alencar cobrou o prefeito por conta da não realização de concurso público, amplamente por ele anunciado em diversos veículos de mídia da cidade. “Até agora milhares de jovens estão estudando e esperando por um edital e um posicionamento do poder público em relação a isso, para poder entrar no mercado de trabalho”, criticou. As ruas Maria Belém Cuxaxata, no bairro Itaúna II, e Nakauth, no Santa Clara, foram alvo de indicações para melhorias de infraestrutura, como reparo do asfalto e, principalmente, da iluminação pública.

O vereador Maildson Fonseca (PSDB) falou sobre empresa que venceu licitação milionária na gestão do ex-prefeito Alexandre da Carbrás para limpeza e coleta de lixo da cidade, a qual foi contratada e que “não tinham balsa nem guindaste” e não cumpriu a prestação dos serviços. “A empresa pegava milhões e não limpava. Usavam a máquina pública em favor de si mesmo”, condenou. O parlamentar enfatizou desvio de verba federal da educação, do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (Fundeb), na administração do ex-gestor público e defendeu a gestão atual, com a afirmação de que “os recursos, hoje, aparecem, são investidos e o povo percebe”.

O vereador Cabo Linhares (PSL) apresentou reivindicações do moradores da zona Rural. Requereu nova caixa d’água e a manutenção nas luminárias da comunidade Monte Horebe; construção de novo poço artesiano, construção de castelo, assim como nova caixa d’água para comunidade Sebastião do Jará; extensão da rede elétrica das comunidades do Remanso e São Tomé do Mocambo; e ainda construção do castelo e nova Caixa d’água para a comunidade do Sagrado Coração de Jesus, na região do Tracajá.

A vereadora Vanessa Gonçalves (PP) apresentou Indicação ao Poder Executivo Municipal com pedido de apoio logístico à agência dos Correios em Parintins para fazer o cadastramento presencial para o Auxílio Emergencial. Dessa forma, a parlamentar antecipa ações que visem evitar a propagação do coronavírus na cidade, com especial atenção ao controle e organização das filas durante atendimento ao público. Ainda sobre o tema, Vanessa defendeu a continuidade do repasse do benefício enquanto durar o estado de calamidade pública no Brasil. O pedido acompanha a manifestação do Partido Progressista (PP) em defesa dos trabalhadores prejudicados pela pandemia do coronavírus.

 

Assessoria de Imprensa da CMP

Publicado por Carlos Frazão/JI

 

 

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