Conselheiros tutelares são empossados

Escolhidos em uma eleição que contou com a participação de aproximadamente 7 mil eleitores no dia 04 de outubro de 2015, os cinco conselheiros tutelares eleitos foram empossados no dia 10, em cerimônia realizada no Centro do Idoso Pastor Lessa.

Ana Miranda, Ivanez Oliveira, Maria Alzeneide Farias, Markinho Azevedo e Ronessa Farias terão a missão de defender e fazer valer os direitos das crianças e adolescentes de Parintins no período de 2016 a 2019. Dos eleitos, apenas Makinho Azevedo já atuou no Conselho Tutelar como suplente.

Além dos cinco conselheiros titulares, dez suplentes também foram empossados. Dos dez, porém, apenas dois compareceram ao Centro do Idoso, o que gerou certa surpresa em quem acompanhou a posse.

Conselheiro mais votado na eleição, Markinho Azevedo ressalta que uma nova filosofia de trabalho será iniciada pelo novo colegiado do Conselho Tutelar. “Eu tenho certeza que, com a união desse colegiado que está entrando, nós vamos fazer um fantástico trabalho em cima das nossas crianças e adolescentes, com a parceria em primeiro lugar da família”, enaltece.

Para a conselheira Ana Miranda, a expectativa é a de realizar um trabalho de união entre o Conselho Tutelar e comunidade. “Um conselheiro sozinho não consegue fazer um bom trabalho. Eu gostaria de pedir ajuda de todos. É dever da família, é dever do estado, é dever de todo cidadão cuidar das crianças e dos adolescentes”, comenta.

A conselheira Ivanez Oliveira frisa que após a posse uma nova missão é iniciada e vai requerer dedicação dos conselheiros eleitos. “Agora é trabalho nessa nova função que estaremos exercendo com muita responsabilidade e compromisso, porque a gente está lá para defender os direitos da criança e adolescente”, ressalta.

Após a cerimônia de posse e entrega de diplomas aos conselheiros e suplentes, os cinco eleitos irão decidir quem irá presidir o conselho. O escolhido terá a missão de substituir a pastora Suely Cunha, que presidiu a instituição com maestria e tem seu trabalho reconhecido pela sociedade.

 

Daniel Sicsú/JI

 

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