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Depressão, um grito silencioso

Em fase de edição aqui em Parintins, está o Documentário "Emoções Brancas" que visa dar conhecimento sobre ansiedade e depressão e as formas de prevenção, que vai dar o que falar.

Desde que a pandemia teve início no Brasil, em Março de 2020, que uma das doenças mais agravantes, embora imperceptível para muitos, tomou conta dos consultórios de psicologia e psiquiatria. Estamos falando da depressão, uma doença psiquiátrica em que a pessoa sente tristeza profunda, baixa autoestima e sentimento de culpa recorrente. Além disso, apresenta distúrbios do sono e do apetite, perde o prazer ou a alegria nas atividades e relações pessoais, se sente desmotivada ou sem energia e pode apresentar pensamentos suicidas.

Em fase de edição aqui em Parintins, está o Documentário “Emoções Brancas” que visa dar conhecimento sobre ansiedade e depressão e as formas de prevenção, que vai dar o que falar.

A “doença da alma”, também conhecida como transtorno depressivo maior, a depressão não vê classe social, gênero ou faixa etária, mas impacta negativamente como as pessoas se sentem, se comportam e pensam. Ela pode se apresentar de formas diferentes, em graus distintos. Infelizmente, muitas das vezes apresenta se silenciosa, outras vezes até gritante, mas ninguém consegue perceber por não apresentar uma ferida que todos possam enxergar, mas que está ali, infectada, doendo.

Precisamos ampliar conhecimento e a compreensão sobre a doença, mas principalmente requalificar a conversa a respeito. Em primeiro lugar, a depressão não é frescura, fraqueza ou falha pessoal. É uma enfermidade médica incapacitante com sinais e sintomas específicos que requerem tratamento especializado.

Vamos falar sobre depressão, que não é doença de loucos, e sim de pessoas que muitas vezes estão em plenas atividades da vida, trabalhando em diversas áreas, formando família, e quem sabe até alojada em você que parou para ler essa matéria.

Depressão é doença, mata assim como o preconceito ajuda a debilitar e também matar, quem só quer buscar a paz interior. O suicida não quer morrer, na verdade ele busca na morte uma forma de dizer “ei, estou aqui, olha pra mim”…Tarde demais.

Desde Novembro de 2020 que estou fazendo um amplo estudo sobre o assunto, do qual faço parte, e gostaria que você também pudesse olhar com mais atenção e menos preconceito.

 

Concy Rodríguez, Colunista JI.

Imagem: Ilustração

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