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Direção do Jofre Cohen se posiciona em relação a morte de autônomo

O Hospital Regional Jofre Cohen, através de sua diretora geral, Lia Auxiliadora, fez nesta segunda-feira (27) um esclarecimento sobre o atendimento médico ao autônomo Luís Lúcio de Araújo, de 59 anos. De acordo com os familiares, Luís não recebeu medicação quando procurou o hospital e veio a falecer após o ocorrido.

Segundo a diretora Lia Auxiliadora, baseada no livro de ocorrência da emergência do hospital, Luís chegou sozinho ao recinto às 17 horas da sexta-feira (24) e foi atendido adequadamente por enfermeiros, técnicos e o médico de plantão, Dr. Rodolfo. Lia também explica que o paciente evadiu-se do hospital 20 minutos após ser examinado e medicado, não esperando os remédios fazerem efeito enquanto estava de observação.

“Ele chegou e ficou o tempo todo com o celular no ouvido e com pico de pressão. Quando ele foi medicado com todos os remédios para pressão foi quando ele arrancou o aparelho e saiu. Aí ele foi para casa, falou com os familiares e levaram ele para outro hospital”, diz Lia Auxiliadora.

De plantão no dia do incidente, o médico Vitor Cantalixto confirma que Luís Lúcio não tinha acompanhante quando deu entrada na emergência e estava muito nervoso. “Esse paciente, conforme o que temos nas ocorrências, chegou com um pico de pressão. No momento que ele entrou, não ouviu o pessoal da enfermagem, ficou no celular direto e, segundo no que está registrado, chamando nome, agressivo, e não tinha um acompanhante para estar com ele”, relata.

Conforme o prontuário médico registrado no dia em que Luís foi atendido no Hospital Regional Jofre Cohen, ele foi medicado para que o quadro de pico hipertensivo fosse revertido. A direção disse que a medicação faria efeito em meia-hora, mas Luís Lúcio saiu do centro de saúde apenas 20 minutos depois de ser atendido.

A diretora do Jofre Cohen se coloca à disposição para esclarecer todas as questões relacionadas ao atendimento recebido por Luís Lúcio de Araújo na sexta-feira (24). Para terem acesso ao prontuário médico e ao livro de ocorrência do hospital, familiares devem encaminhar um requerimento escrito à direção.

 

Daniel Sicsú / JI

 

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