‘É preciso melhorar o que já existe’, diz general Mourão, sobre a Zona Franca

Em Manaus, onde veio dar uma palestra e receber uma premiação, vice-presidente da República afirmou que a Zona Franca é uma prioridade para o Governo Federal (Foto: Sandro Pereira / Freelancer)

 

Em visita a Manaus na manhã desta sexta-feira (29), o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (PRTB), afirmou que a Zona Franca de Manaus é uma prioridade do Governo Federal e que é preciso melhorar o que já existe, colocando valor agregado dentro da Amazônia.

A afirmação foi dada, durante em coletiva de imprensa, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), onde o vice-presidente foi convidado para palestrar sobre “A importância estratégica da Amazônia para o Brasil”.

Na ocasião, Mourão também  destacou que a Amazônia está na lista de prioridades do governo Bolsonaro, onde problemas como energia elétrica, logística e a condição social da população da região devem ser solucionados.

Previdência

No discurso de 3 minutos e 49 segundos, o general Mourão também destacou a importância da implementação das reformas no país – a começar pela da Previdência.  Segundo ele, é preciso deixar claro para todos os brasileiros a necessidade dela ocorrer.

“Estamos vivendo mais e no futuro aqueles que tem mais de 60 anos serão uma parcela extremamente significativa da população”, afirmou o general, que ainda ressaltou que o atual sistema previdenciário “não vai parar em péporque ele vira uma pirâmide financeira que coloca em risco a aposentadoria dos jovens de hoje”.

Segurança

Quanto a questão da Segurança, Mourão ressaltou que além do pacote entregue pelo ministro Sérgio Moro ao Congresso, é preciso tratar a questão da legislação penal, do sistema prisional e melhorar a questão tecnológica do aparato policial.

Tributação

O vice-presidente também pontuou que o país sofre uma carga pesadíssima de impostos, o que dificulta aqueles que querem empreender. Segundo ele, por conta disso, existe a necessidade de uma reforma tributária. “Temos que organizar e reorganizar o sistema que é caótico, complexo, baixar as alíquotas, de modo que todo mundo pague o que tem que ser pago. E a partir daí os nossos empresários e a população de modo geral entenda o que está pagando e tenha condições de usufruir daquilo que o Governo vai retornar com base nesta arrecadação”.

 

Wal Lima/Manaus (AM)/acrítica.com