Escolas de Samba fecham com sucesso o Carnaval Popular de Maués

O prefeito Carlos Góes (PT) comemorou o sucesso de mais uma Carnaval Popular na sua administração.

 

Maués- Quatro escolas de samba em Maués, desfilaram na noite de segunda-feira(17) na Avenida Dr.Pereira Barreto. O luxo, a criatividade empolgou o público que lotou as arquibancadas. Em tons verde e branco a Escola Em Cima da Hora, abriu o desfile com o enredo “O Dom que Deus me deu”, retratando a magia inerente a arte, que se multiplicaram nos segmentos da música, dança, artes plásticas, poesia, teatro provenientes do talento do artista.

 Maués carnaval porta bandeira

Os destaques foram para a comissão de Frente “O Sopro da Arte na Avenida”, formada por coreógrafos que interagiam com uma bailarina que saia de um piano e o carro abre alas “O elo entre o Criador e a Criação a famosa obra de Leonardo da Vinci. Ana Botafogo e Chico Xavier foram homenageados pelos casais de porta-bandeira.

Com uma viagem pela origem da água, suas riquezas espirituais e pelo imaginário amazônico, a Escola de Samba Império Verde e Rosa fez um “alerta” à comunidade mauesense sobre a crise da água. Seres Aquáticos formaram a Comissão de Frente tendo como foco principal Netuno que comandou uma legião de nereida, hipocampos, delfins, ninfas, e toda a sua criação de seres das águas. O carro Abre-Alas: “Néctar Divino, O Eldorado da Vida” celebrou a “água” como a bebida dos deuses, e a Yara simbolizando o grito de preservação elementos considerados a riqueza do mundo. O boto cor de rosa e a pororoca eram personagens dos mestres-salas e porta-bandeiras.

O candomblé religião derivada do animismo africano onde se cultuam os orixás, foi tema da Escola de Samba Mocidade de Santa Luzia. O candomblé, força, luz e fé moveu os brincantes, simpatizantes que ficaram encantados com a comisso de frente, guerreiros africanos que fizeram homenagem aos primeiros escravos. O navio negreiro foi a primeira alegoria que lembrou o meio de transporte utilizado pelos escravos trazendo sua cultura na sua essência religiosa,

O primeiro casal de mestre sala e porta-bandeira Bruno Gama e Elivane Silva, simbolizaram a justiça e o amor A bateria representou os batuqueiros Ogans e as baianas vieram homenagear As ialorixás. O segundo casal Junior Ono e Sumy Ono. No tripé o tabuleiro de Ifá com o destaque de Orumilá ifá, o grande oraculo da mitologia. O objetivo da escola foi difundir, divulgar e enaltecer a cultura afro-brasileira em sua essência religiosa.

A caçulinha Unidos do Ramalho Júnior encerrou o desfile contando a história do índio Kauê que integrava o tema: Um Saterê-Mawé no Mundo da Disney- Sonho Real que Inspira Samba”.A escola se vestiu dos personagens das histórias infantis e fez um desfile empolgante. Na Comissão de frente “O sonho”, a fascinação do índio com o mundo encantado da Disney, com tudo que desperta nas almas infantis sentimentos eternos de ser criança.

Um castelo formava o carro abre-alas “O mundo encantado de Walt Disney”.

A bela e a fera foram representados pelo primeiro casal de mestre sala e porta-bandeira, Jackson Trindade e Kendria Paz.

O príncipe e a princesa foram representados pelo casal mirim Kenduly Paz e Ádeyson Tavares.

O pavilhão da escola veio conduzido pelo segundo casal Renner Trindade e Nayara Dutra. As baianas traduziam nas fantasias a realização dos sonhos de Kauê. A bateria quebra nozes, vestiu a fantasia do sonho de brinquedos

A escola saiu com a expectativa do título.

 

 

Comunicação Maués

Fotos: Carlos Frazão/JI

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