Jovem morre com duas estocadas no fígado, desferidas por ancião em Parintins

Clenilton Rodrigues da Silva

O carpinteiro Clenilton Rodrigues da Silva, 35, morador da rua Francisca Mendes, 3551, bairro Paulo Corrêa, foi a óbito na noite desta terça-feira, 14, com duas estocadas no fígado. O acusado é Vitor Maguileu de 75 anos.

Segundo o médico legista Jorge de Paula Gonçalves, com apoio do técnico Benedito Pimentel e Afrânio de Jesus, que realizaram o exame de necropsia ainda na madrugada, constataram que um choque hipovolêmico e perfuração no fígado na região direita, foi o que levou o jovem a óbito.

A doméstica Nazaré Souza, tia da vítima conta que o fato aconteceu por volta das 17h, em um Box na Francesa onde o sobrinho estava trabalhando, as pessoas que viram, disseram que o Clenilson estava conversando com a proprietária do estabelecimento, aguardando R$ 20,00 para dar para o seu ajudante, quando esse homem veio, atravessou a rua e o esfaqueou pelas costas.

Pedro Silva, pai da vítima disse que Vitor esfaqueou o filho a traição, do nada, ele estava trabalhando e esse homem vem e tira a vida dele. O pai frisa que o filho tinha dois filhos, um de dois anos e outro de dois meses.

Testemunhas relataram que um homem que foi entregar a cerveja no Box, foi quem socorreu a vítima e o levou até o Hospital Jofre Cohen em seu triciclo e em seguida encaminhado ao Hospital Padre Colombo onde passou por cirurgia. Segundo os familiares Clenilson passou por uma cirurgia e tudo tinha ocorrido bem e que logo pela manhã ele seria encaminhado para Manaus, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Sobre o assunto, as testemunhas se contradizem, informando que os dois estavam bebendo junto e depois se desentenderam, outros dizem que roubaram o ancião e como o Clenilson estava no local, ele disparou duas estocadas no jovem pensando que fosse ele.

Os familiares descartam essas possibilidades, dizendo que Clenilson era carpinteiro e estava reformando uma baiuca de nome ‘Sonho Meu’ naquele local e estava terminando a diária dele e indo para casa, mas ele estava esperando o dinheiro da proprietária do estabelecimento para pagar o ajudante”.

 

 

Kedson Silva | Parintins 24 Horas

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