Ministério do Turismo reconhece ‘barco-hotel’ como meio de hospedagem no AM

A atividade, que antes não era tipificada pela Marinha do Brasil, passou a fazer parte do programa Cadastur. Anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira (11) – Foto: Bruno Zanardo/Secom

 

 

O mercado de barcos-hotéis do estado foi reconhecido como meio de hospedagem pelo Ministério do Turismo, segundo anunciado pelo governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC). A atividade, que antes não era tipificada pela Marinha do Brasil, passou a fazer parte do programa Cadastur (Sistema de Pessoas Físicas e Jurídicas que atuam no setor turístico), coordenado pelo Governo Federal. O anúncio ocorreu no barco hotel Rio Negro Queen, na tarde desta segunda-feira (11).

“Este já é um equipamento turístico muito utilizado nas altas temporadas da pesca esportiva do nosso estado e, agora, com este reconhecimento, abrimos oportunidade para novos operadores poderem investir no setor, gerando emprego e renda”, disse o governador.

A secretária da Amazonastur, Roselene Medeiros, afirmou que a inclusão do barco-hotel no Cadastur só foi possível devido a nota técnica enviada em julho deste ano ao Ministério do Turismo, onde o principal objetivo da atividade é contemplar os turistas que se deslocam aos municípios como Parintins, Barcelos, Borba, Novo Airão, entre outros, que são conhecidos por seus festejos culturais e religiosos.

“Agora todo o mundo pode vir e desbravar nossa natureza, basta buscar no seu agente de viagem e conhecer as belezas do Amazonas”, ressaltou a titular da Amazonastur.

O reconhecimento do ramo de barco-hotel no Cadastur, para o  secretário Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, Aluizer Malab, que representou o Ministério do Turismo, é uma demanda de investimentos que foi solicitada pelo Governo do Amazonas desde o início da atuação do Governo Federal em janeiro deste ano.

“Poder atender a esta demanda hoje é quase como um pedido de desculpas por isto ter ter sido reconhecido antes, por outros governos e que hoje, recebe o valor que deveria ter. Pois, é um ramo ‘premium’ que deve ser reconhecido por todos os brasileiros no meio de turismo, de pesca e a contemplação ao ecoturismo de um esse estado tão rico, que tem tanto a colaborar. Demos um passo adiante, promovendo reconhecendo este negócio”, disse Malab.

O Cadastur é obrigatório para agências de turismo, meios de hospedagem, organizadoras de eventos, parques temáticos, transportadoras turísticas e também para os guias de turismo.

WAL LIMA/Portal A Crítica

você pode gostar também