O Dia da Bíblia

A Palavra de Deus, entre tantas outras orientações, nos convida diariamente a viver no amor e por amor.

Celebrado, a princípio, no segundo domingo dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Dom Cranmer.

O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população valorizasse a leitura da Bíblia. No Brasil, a data começou a ser celebrada em 1850.  A primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).

O Conselho Vaticano II com término em 1965 e, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, pelos Biblistas brasileiros, o Dia da Bíblia passou a ser comemorado no Brasil em todo o mês de setembro.  Acredita-se que o Dia da Bíblia é celebrado em 30 de setembro em homenagem à São Jerônimo, Doutor da Igreja Católica e conhecido por ser o primeiro tradutor da bíblia para o latim, popularizando assim, o seu conteúdo.

A Bíblia é o livro sagrado para o cristianismo, assim como o Alcorão é para o Islamismo, o Mahabharata é para o Hinduísmo e etc.

Esta data, excepcionalmente religiosa, consiste em estimular uma reflexão nos católicos para que possam estudar mais constantemente a “Palavra de Deus” presente na Bíblia. Para os cristãos católicos, a Bíblia é um “guia” de ensinamentos que orientam o modo de vida a ser seguido.

A Palavra de Deus, entre tantas outras orientações, nos convida diariamente a viver no amor e por amor.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é paciente, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suporta o mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais acaba; as profecias desaparecerão; as línguas, cessarão; a ciência, desaparecerá;
porque nosso conhecemos é limitado e nossa profecia é limitada.  Quando vier o que é perfeito, então o que é imperfeito desaparecerá.

Quando eu era menino, pensava como menino; falava como menino, mas, quando for adulto, desaparecerá as coisas de menino.

Agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos  tal como Ele é, face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor”. (I Cor 13,1-13)

 

 

Irmã Maria Helena Teixeira, Teóloga, Missionária, Escritora

Colaboradora JI

Imagem: Divulgação

 

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