O PANTANAL AGONIZA

Línguas de fogo

Lambem a vértebra arbórea

Da planície sagrada

Na lascívia mortal

Das insaciáveis labaredas

pelos ventos embaladas

A fauna e flora dizimadas,

carbonizadas, nada escapa

As emoções incontidas nas

almas tristes lacrimejadas

A reza dos pantaneiros

A luta heróica das brigadas

O dia, se faz noite sufocada

pelas negras cortinas de fumaça

O velho do rio em sucuri

se transforma…

Os tuiuiús se desesperam

E o coração adelgaça…

 

 

Por Marcus Mendonça Danin

Enviado por Irmã Maria Helena Teixeira, colaboradora JI

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