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Opinião | Moro: Corona-Jato vem aí

Formalmente, o grupo é chamado de Gecor/Covid-19, mas internamente foi batizado pelos policiais de “Corona Jato”, em alusão à Operação Lava Jato.

A Direção de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, a Dicor, criou um grupo para acompanhar os gastos do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus.

Formalmente, o grupo é chamado de Gecor/Covid-19, mas internamente foi batizado pelos policiais de “Corona Jato”, em alusão à Operação Lava Jato.

Fiscalização

O grupo tem como objetivo concentrar informações sobre os contratos, analisar dados obtidos nos ministérios e outros órgãos de fiscalização, coordenar ações de investigação, apoiar as apurações e operações relacionadas ao tema nos estados e, excepcionalmente, instaurar e conduzir inquéritos sobre casos de corrupção e de desvio de recursos federais destinados ao combate à pandemia do Covid-19.

Lupa nos gastos

No twitter, o ministro Sergio Moro publicou:

“Determinei à Polícia Federal a abertura de investigações para apurar de forma implacável qualquer desvio de verba federal destinada ao combate do novo coronavírus, em qualquer lugar que isso ocorra. Trabalharemos juntos com a CGU.”

Juntos pelo Brasil

Em suas redes sociais o deputado federal Delegado Pablo elogiou a medida de Moro. Na visão do parlamentar não se pode tolerar desvios. A corrupção é inaceitável, ela mata muito mais do que qualquer doença.

Maus caminhos

Ainda em suas redes sociais o deputado lembrou que teve oportunidade de atuar como delegado federal em uma das maiores operações da Polícia Federal no Amazonas, que desviou centenas de milhões em recursos da saúde.

Fazendo falta

“Cada real daquele que deixou de ser empregado na saúde, custou o atendimento das pessoas, custou à saúde do cidadão e a vida de muitos amazonenses”, afirmou Pablo relembrando um problema antigo que repercute até hoje nos hospitais do Estado.

Orcrim

A organização criminosa que levou à prisão do ex-governador José Melo, do empresário Mouhamad Mustafa, da ex-primeira-dama Nejmi Aziz e dos irmãos de Amin, Murad e Manssur Aziz, desviou R$ 150 milhões da Saúde do Amazonas segundo as investigações e declarações da Polícia Federal e Ministério Público.

Novos leitos

O governador Wilson Lima anunciou que vai utilizar leitos do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), que é mantido com verbas federais, para receber pacientes infectados com o novo Coronavírus (Covid-19).

O HUGV disponibilizou para o Estado 18 leitos de UTI e 45 leitos clínicos na unidade.

Boa notícia

A primeira paciente com Covid-19 a dar entrada no Hospital de Retaguarda da Nilton Lins, recebeu alta médica ontem (21).

A paciente, de 71 anos, deu entrada no Hospital na tarde do último dia (18), encaminhada do SPA e Policlínica Danilo Corrêa. Após tratamento, ela está recuperada e fora do período de transmissão do vírus.

Negligência

Em entrevista à CNN Brasil o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio denunciou, mais uma vez, o caos que vivemos na saúde de Manaus.

Segundo Arthur, já ultrapassamos a fase da emergência e as pessoas começaram a morrer em casa.

“Apesar de vivermos uma situação tão crítica, provavelmente a mais grave no Brasil, até o momento não recebemos nenhuma ajuda do governo federal para ampliar nosso atendimento médico especializado no Hospital de Campanha Municipal Gilberto Novaes”, afirmou o prefeito.

Confirmado

Nesta quarta-feira (22), às 15h, a secretária de Estado de Saúde do Amazonas, Simone Papaiz, participará de audiência virtual da Assembleia Legislativa (Aleam), onde deverá prestar contas das ações e estratégias aplicadas no combate e contenção ao coronavírus, bem como esclarecimentos acerca dos número de leitos de UTI disponíveis, quantitativo de respiradores e fornecimento de equipamentos de proteção individual aos profissionais de saúde.

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Postado por Carlos Frazão/JI

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