Professores rejeitam proposta do governo e mantêm greve no AM

Protestos em frente à ALEAM (Foto: Ruthiene Bindá/Rede Amazônica)

 

Os professores da rede estadual de ensino rejeitaram aumento salarial proposto pelo Governo do Amazonas e decidiram, na manhã desta terça-feira (14), manter a greve no estado. Nesta manhã, eles protestaram em frente à sede da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

A categoria segue em greve pelo 29º dia seguido. Eles pedem 15% de reajuste salarial, mas o governo propõe aumento de 4,73%.

Na manifestação realizada em frente à sede do poder Legislativo, os professores levaram um caixão coberto com um pano preto para simbolizar a situação da educação no estado.

Na segunda-feira (13), o governador Wilson Lima se pronunciou sobre a greve. Ele afirmou que o governo já havia concedido aumento a categoria 9,3% em janeiro e que vai encaminhar à Assembleia Legislativa a proposta para atender a data base de 4, 73%. Até o fim da manhã desta terça, o documento não havia sido entregue.

Duas frentes, da mesma classe, lutam pelo reajuste: Sindicato do Trabalhadores da Educação do Amazonas (Sinteam) e a Associação de Professores e Pedagogos das Escolas Públicas do Ensino Básico de Manaus (Asprom-Sindical).

além da reposição salarial de 4,73%, já oferecida pelo governo, entre os principais pontos os educadores também pedem:

  • 10, 6% de reposição das perdas no período de março de 2018 a janeiro deste ano.
  • reajuste do auxílio localidade em valor fixo de 100 reais para servidores para as sedes dos municípios e 150 reais para quem atua nas comunidades rurais.
  • Acréscimo imediato de trinta por cento no auxilio alimentação e não de trinta reais como foi proposto pelo governo

 

 

 

Por G1 AM