QUANDO JULGAMOS…

O que julgamos ser óbvio, quase nunca o é de verdade.

O que julgamos ser verdade, quase nunca o é em absoluto.

O que julgamos ser absoluto, quase nunca o é para sempre.

O que julgamos ser para sempre, quase nunca vai além do amanhã.

O que julgamos ser até amanhã, quase nunca chega até lá de fato.

Quando julgamos, quase sempre o fazemos com nossos sentimentos e sem ter o conhecimento de todo o contexto, nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida. Por isso, na grande maioria das vezes erramos.

 

 

Irmã Maria Helena Teixeira

Teóloga, escritora, Colaboradora JI

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