Roque Costa “Um baiano amazônida”

Roque Costa com a apresentadora Noêmia Alves, é um apaixonado pela Amazônia, sua cultura e a Ilha de Parintins.

 

Ambientalista, bacharel e pós graduado em Direito, radialista e correspondente do JI em Alagoinhas, BA, concedeu entrevista a Jornalista e Apresentadora Noêmia Alves do Programa de Mulher para Mulher (entretenimento, entrevistas e jornalismo), no quadro “Café com Noêmia”, falando sobre as viagens a Amazônia pelas cidades de Manaus, Manacapuru, Nhamundá e Parintins, o programa é gravado nos estúdios da INTERLIGO TV e transmitido para todas as redes sociais, de segunda a sexta-feira de 08 às 10 horas.

O entrevistado falou sobre a beleza da maior Bacia Hidrográfica do Mundo e do belíssimo Festival Folclórico de Parintins, mostrando fotos de suas viagens a Amazônia. Em Manaus a beleza do casario antigo, o Mercado Municipal, o prédio da Alfândega, o Teatro Amazonas um marco do apogeu do período da borracha, do movimento intenso das embarcações no porto fluvial, o nascer do Sol pelo Rio Negro, o Encontro das Águas promovido pelos Rios Negro (água morna) e o Rio Solimões (água gelada) formando o majestoso Rio Amazonas; a praia de Ponta Negra com a imensa ponte moderna que nos leva a outras cidades como Manacapuru, um trajeto de muitos contrastes, a estrada asfaltada sendo construída no meio de imensas árvores, fruto do desenvolvimento da região, cidade pacata, mas, muito bem representada culturalmente pelo Festival Folclórico de Ciranda na XXIII edição, que acontece no último dia do mês de agosto.

Navegando pelo Rio Amazonas em direção a Parintins, nos encantamos com a “cheia” do rio (janeiro a junho) que faz desaparecer as duas margens em alguns trechos com árvores submersas e casas suspensas (palafitas), com navegação de navios de médio e grande porte exportando produtos da Zona Franca e importando diversos produtos; durante a “baixa” do rio (julho a dezembro) surgem às margens, com os barrancos muito altos e as árvores das margens que caem para o Rio, gerando apreensão e vigilância durante a navegação dos barcos e lanchas para não serem atingidos pelas árvores que bóiam no rio.

Chegando a Parintins de barco (18 horas de viagem), de lancha rápida (09 horas) ou de avião (01h), começa o nosso encantamento, porto flutuante, ruas pintadas de azul e vermelho, a majestosa Catedral de Nossa Senhora do Carmo padroeira da cidade, culminando com o Festival Folclórico que este ano completa 55 anos de realizações, espetáculo que é apresentado no Bumbódromo (31 anos) com capacidade para 17 mil pessoas, onde duas agremiações o Boi negro Caprichoso na cor azul e o Boi branco Garantido na cor vermelha, disputam o Troféu de Campeão 2019.

Visitar a Amazônia é voltar a infância e relembrar as aulas de geografia quando tínhamos que repetir nomes de vários rios (Javari, Juruá, Juruena, Negro, Solimões e Tapajós) para as avaliações escolares.

 

Por Carlos Frazão/JI

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