Vigilância em Saúde intensifica ações de combate a entrada e circulação do mosquito da dengue em Parintins

A Prefeitura Municipal de Parintins continua com as ações de rotina de combate a entrada e circulação do vírus que pode transmitir doenças como dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela. A preocupação da coordenação da Vigilância em Saúde está voltada, principalmente, para os períodos do carnaval e das férias nos quais as pessoas vêm de outros estados e municípios e, possivelmente, podem trazer o vírus. 

“Para evitar a entrada e circulação do vírus precisamos do apoio da população no sentido de que sejam eliminados criadouros como copos descartáveis, casca de ovo, folha das plantas, vasos, piscinas, calhas e tudo mais. Eliminação de criadouro é isso. É bom deixar claro para a população que quando a gente solicita essa eliminação não significa jogar para a rua fogão velho, geladeira velha, ganho de árvores e tudo mais”, comentou Elaine Pires Soares, coordenadora da vigilância em saúde e bióloga responsável pela área técnica das endemias do controle do Aedes Aegypti

Esse trabalho de conscientização é feito de forma conjunta com a coordenadoria de Meio Ambiente e Secretaria de Obras, no sentido de verificar as questões dos terrenos baldios que são notificados para que os proprietários façam a limpeza dentro de um prazo estabelecido para que no final não sejam multados. Pontos estratégicos como oficinas mecânicas e marinas são visitados pelos agentes de endemias.

Existe também o monitoramento que é o levantamento do índice rápido do Aedes Aegypti para a contagem da densidade vetorial. O trabalho verifica se há a possibilidade de detectar a quantidade da população de mosquito para iniciar medidas de controle de inseticida no caso da termonebulização e borrifação.

“O intuito disso tudo é realmente priorizar a parte educativa, trabalhar bem de perto com a população. Informar que em 2017 nós tivemos 52 casos de dengue notificados (desses 52 tivemos apenas 17 casos positivos – casos reagentes) e os demais conseguimos descartar e fazer o controle. Os casos foram notificados nos meses de fevereiro e março e é por isso que a nossa preocupação para 2019 é para este período. Em 2018 não teve nenhum caso positivo. É importante esclarecer para a população que a gente faz o controle do Aedes Aegypti que é o mosquito transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela. Ele não vem trazendo só a dengue, ele traz uma carga de doenças que podem se agravar e levar a óbito. Por isso a preocupação da Prefeitura, da Vigilância em Saúde, que as ações sejam intensificadas e o trabalho seja em parceria com outros setores”, finalizou Elaine Pires.

 

SEMSA/SECOM