VIRTUDE

A virtude é uma beleza interior, como a beleza é uma virtude exterior.

A virtude não precisa de ornamentos estranhos, acha-os dentro de si mesma.

A virtude é a única coisa que ninguém pode usar mal, porque ela não seria virtude se alguém dela fizesse um mau uso.

A virtude resplandece na adversidade, como o incenso rescende sobre as brasas.

Quando passamos o dia sem a virtude, anoitecemos com falta de paz.

Nunca erramos o caminho da felicidade, guiando-nos pelo roteiro da virtude.

O homem, cultivando a virtude, consulta os seus próprios interesses, faz um celeiro de sabedoria e toma-se rico da verdadeira paz.

Não pode haver bons cidadãos, onde não há virtude.

Nenhuma língua humana é tão eloquente, tão persuasiva como a virtude.

Não basta conhecer a virtude, é necessário amá-la, não basta ainda amá-la, é necessário praticá-la.

O homem sem virtude e fraco, é como um débil arbusto que se move e se verga a qualquer rajada de vento.

A virtude, que não tem sua raiz na religião, é uma planta frágil que murcha com qualquer calor, que qualquer vento arranca, e qualquer verme destrói.

Portanto, cultive diariamente a virtude.

 

Irmã  Maria  Helena Teixeira

Teóloga, escritora, colaboradora JI

Imagem: cancaonova.com

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